terça-feira, 28 de julho de 2015

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Entretanto fiquei mais velha.

terça-feira, 21 de julho de 2015

Génesis


(Mulheres yali utilizam sacos feitos de fibras de flores de orquídeas – Papua Ocidental, Indonésia) 


(Embondeiros numa ilha cogumelo – Moramba, Madagáscar)
 



Fotografias de várias paisagens, animais, e de outros povos do nosso planeta que escaparam ao mundo contemporâneo. A não perder, a exposição «Génesis» de Sebastião Salgado na Cordoaria Nacional até dia 2 de agosto.

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«Além de trazer aos olhos do público a beleza de povos isolados e paisagens grandiosas, "Génesis" representa uma convocatória para a batalha.

O facto é que não podemos continuar a poluir o nosso solo, a nossa água e o ar. Precisamos agir de imediato para preservar terras e águas ainda intocadas, e para proteger o ambiente-santuário de animais e povos ancestrais. 

E devemos ir além. Devemos tentar reverter os danos. 

A nossa modesta contribuição foi reflorestar um terreno na região sudeste do Brasil. Nos últimos 15 anos, o Instituto Terra — a nossa organização sem fins lucrativos — plantou cerca de dois milhões de árvores, de mais de 300 diferentes espécies que já floresceram por lá. O resultado: encostas esgotadas e áridas ganharam uma vegetação exuberante. O renascimento deste microclima tropical atraiu, por sua vez, pássaros e animais que não eram vistos naquela área há décadas.

A reflorestação é uma das maneiras de recuperar o tempo perdido e o prejuízo causado. As árvores ainda desempenham o papel central na neutralização das emissões de dióxido de carbono responsáveis pelas alterações climáticas, como o aquecimento global. Leis e governos podem tentar controlar estas emissões, mas somente as árvores conseguem absorver o dióxido de carbono e produzir oxigénio. Cada árvore plantada alivia um pouco as nossas preocupações quanto ao futuro do planeta.»


Lélia Wanick Salgado e Sebastião Salgado

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domingo, 19 de julho de 2015

workshop de sábado



O resultado das cores que as alunas escolhem é sempre surpreendente. Mesmo as cores que parecem não combinar, casam lindamente umas com as outras quando vemos o resultado final.



A última pega desta série foi feita por uma das alunas que aprendeu a fazer crochet há poucos dias para poder vir fazer o workshop :-)



sexta-feira, 17 de julho de 2015

:-)

Depois de tudo, estou verdadeiramente a começar de novo.

Ontem, um excelente serão sobre crochet (e não só). Amanhã, rumo para a Retrosaria para dar o workshop e, quando voltar, acabo o que deixei a meio.


terça-feira, 14 de julho de 2015


Lykke Li & El Perro Del Mar  |  dance, dance, dance

quarta-feira, 8 de julho de 2015


"Toda a gente” deixa, “toda a gente” faz, “toda a gente” gosta, “toda a gente” veste, “toda a gente” vê — lutar verdadeiramente com a opinião de “toda a gente” mesmo sem saber afinal quem é "toda a gente".  
Depois da minha longa luta de vários anos com o "toda a gente" fura, combinámos que a idade mínima aceitável seria esta, mas com algumas restrições.

Felicidade na pré-adolescência pode ser, tocar com a ponta do pé na cabeça e furar as orelhas.

domingo, 5 de julho de 2015

Levo o conforto de que ali passou anos cheios, que encontrou as pessoas certas e que foi muito mais do que um simples 1º ciclo. Se todas as escolas deveriam ser assim? Não sei. Só sei que deveria existir sempre a possibilidade de escolha e a informação estar mais disponível para todos os pais. Conhecer o que existe é imprescindível para tomarmos as melhores opções para os nossos filhos e aquelas com as quais nos identificamos. Se não nos identificamos não nos envolvemos e não confiamos.
Não somos todos iguais, não temos de aprender todos do mesmo modo e a escola não devia criar futuros adultos só para serem bons alunos a português e a matemática. Podemos vir a ser tanta coisa, temos tantos interesses, e sempre em qualquer idade, mas em criança precisamos que certas coisas cheguem até nós pela mão dos adultos. Quando não acontece, infelizmente, perdemos tanto. Às vezes questiono-me se quem manda no sistema já foi pai ou se foi filho e já não se recorda de nada.

Aqui, encontrei outros pais que procuravam o mesmo que nós. Falar destas questões fora deste contexto nem sempre foi confortável, bastava dizer que não se investia em trabalhos de casa, não utilizava manuais escolares nem tinha notas, que era logo considerado um ensino pouco credível. Confesso que os comentários "sempre gostaste de coisas alternativas“ ou “tinhas que ser diferente”, e até certos olhares, moeram um bocadinho.

Se é um modelo de ensino para todas as crianças? Não sei. Foi para a minha. Se é um modelo de ensino para todos os pais? Tenho a certeza que não.

Agora só queria a continuidade, mas não havendo continuidade não faz sentido prolongar o ensino privado noutra escola só para nos sentirmos mais tranquilos ou termos a vida mais facilitada. O corte vai ser grande em tudo, mas o crescimento também provoca a vontade de mudar e isso, certamente, irá ajudar a fazer a passagem.

Para mim, abriu-se um mundo novo com a entrada de uma filha no ensino oficial.